Daniel Alves ainda não está totalmente livre da condenação imposta inicialmente pelo Corte de Barcelona de quatro anos e meio de prisão por agressão sexual a uma jovem em uma boate na cidade espanhola, depois que o Tribunal de Justiça reviu o caso e passou a entender que não havia prova suficiente e consistente para sustentar a condenação.
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Houve protestos de cerca de 200 pessoas em frente ao Fórum na cidade espanhola contra a decisão de absolvição. Até membros do governo contrariam na nova decisão. Daniel ficou preso durante os trâmites até o julgamento, impossibilitado de deixar o país europeu. Ele também pagou uma fiança.

Mas a Procuradoria Superior da Catalunha vai apresentar um recurso da sentença que absolveu nesta semana o ex-jogador. A decisão foi informada nesta quarta. A decisão das provas inconsistentes foi tomada por um tribunal composto por três mulheres e um homem. O termo correto para a absolvição de Daniel Alves é “insuficiência de provas”. A procuradoria de Barcelona não entende dessa forma. O brasileiro estava condenado.
Nada muda na liberdade do jogador
Daniel já está solto e vive sua vida normalmente. Ele tem de se apresentar com frequência ao tribunal de Barcelona e não pode deixar a Espanha até o cumprimento da pena, mesmo que em liberdade. Desse ponto de vista nada muda para o brasileiro.
O que foi explicado pela denunciante difere sensivelmente do que aconteceu de acordo com o exame registrado. A divergência entre o que a queixosa relatou e o que realmente aconteceu compromete a fiabilidade da sua história.
Tribunal da Catalunha na decisão
O próprio jogador contou versões diferentes durante o seu julgamento, conforme atestada nos autos. Sua ex-mulher e mãe de seus dois filhos também revelou ter se mudado para Barcelona com as crianças a pedido dos advogados de defesa para “simular” uma situação que pudesse favorecer o marido. Nada disso teria sido levado em conta na nova decisão.
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Recentemente, a nova companheira de Daniel Alves, a modelo Joana Sanz, declarou estar grávida do primeiro filho do casal. Durante o processo, eles se separaram e depois reataram.
Processo contra a União
Assim, Daniel vai esperar pela confirmação da absolvição para depois acionar seus advogados contra a União Espanhola. Ele vai processar os órgãos públicos correspondentes pelo tempo em que ficou preso, pelos contratos que perdeu e deixou de fazer por causa da acusação, prisão e julgamento e por danos morais. Não há um valor estimado da ação.