Com duas rodadas do Brasileirão, um treinador já perdeu o emprego, Mano Menezes, na estreia do Fluminense, e dois outros estão com os cargos ameaçados: Pedro Caixinha, no Santos, e Fábio Carille, no Vasco. A semana pode ser decisiva para esses dois profissionais. O Santos foi vaiado após o empate em casa com o bom Bahia, de Rogério Ceni. Caixinha ainda não venceu na volta do time da Vila Belmiro à primeira divisão: soma uma derrota e um empate. Perdeu para o Vasco.

A informação da diretoria é que não vai mudar seu treinador agora. O problema é que há técnicos no mercado e sempre existe a possibilidade da troca. Portanto, o perigo existe.

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No fim de semana, no entanto, o time do Rio perdeu para o Corinthians por 3 a 0 dentro da Neo Química Arena, jogando mal e com modificações na equipe. O problema é que o Vasco empatou com o Melgar na Sul-Americana: 3 a 3, depois de estar em vantagem, e nesta semana tem compromisso na competição sul-americana. Uma derrota seria tomar o caminho da eliminação.

Pedro Caixinha ainda não achou um jeito de o Santos jogar e sofre com a ausência de Neymar / Santos FC

Nem Pedro Caixinha nem Fábio Carille têm a confiança do torcedor. E todos sabemos que vaias da torcida costumam colocar técnicos para fora. É difícil entender possíveis demissões tão cedo na temporada e depois de Estaduais que mais serviram para fazer os elencos se conhecerem. Mas é uma tendência nos clubes trocar de comando na menor derrapada.

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Neymar, que esteve na Vila Belmiro tomando chuva no empate com o Bahia, mas não jogou porque ainda está machucado, disse que o Santos vai melhorar e buscar melhores resultados. Caixinha conta muito com o atacante. Na verdade, todos no Santos contam com Neymar, de modo que ele deve voltar no fim de semana contra o Fluminense.

Carille vai se defendendo

De longe, tenho a impressão de que os vascaínos nunca aprovaram Carille. O treinador tenta se provar desde o seu primeiro dia em São Januário. O fato é que os resultados não justificam qualquer mudança nas comissões técnicas. Mas no futebol brasileiro há taxações de “serve” e “não serve” de todos os lados e tempos, da torcida, da imprensa, dos conselheiros… E assim os presidentes tomam suas decisões. Por ora, Carille vai se defendendo.

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