A CBF busca um caminho para tirar Jorge Jesus do Al-Hilal. Não é fácil por causa de multa rescisória, dificuldade de negociar com os sauditas, projetos em andamento, como a Liga dos Campeões da Ásia e o Mundial de Clubes da Fifa, marcado para junho e julho. Jorge Jesus está comprometido com tudo isso, mas nunca escondeu seu desejo de voltar ao Brasil, melhor ainda se fosse no comando da seleção brasileira. Ele poderia ganhar até R$ 5 milhões por mês.

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Ele é visto com bons olhos pelo presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, cuja capacidade de escolher técnicos não é das melhores. O Brasil foi comandado recentemente por Ramon Menezes, Fernando Diniz e Dorival Júnior, demitido na última sexta-feira após o vexame que foi contra a Argentina.

Jorge Jesus mudou a história do Flamengo, com conquistas e bom futebol: é isso o que a seleção precisa / Flamengo

O nome de Jorge Jesus é o mais forte nesse momento, principalmente pelas dificuldades de contratar Carlo Ancelotti, do Real Madrid, um sonho antigo. Outros nomes foram especulados pela mídia, como Filipe Luís, do Flamengo, e Abel Ferreira, do Palmeiras. Mas, segundo o presidente da CBF, nenhum deles foi consultado nem será. A entidade também não autorizou ninguém a falar em seu nome.

Ele conhece o futebol brasileiro

Jorge Jesus está por dentro das coisas da seleção brasileira. Ele acompanha o futebol do Brasil. Seu nome também já foi aprovado pelas enquetes com os torcedores nas redes sociais. Isso vai de encontro ao que deseja Ednaldo. O cartola quer resolver logo o problema para “tirar o bode da sala”. Da sua sala.

Há três caminhos em relação a Jorge Jesus. O primeiro deles é a contratação pura e simples. A CBF faz uma oferta ao treinador e ele aceita. Acerta sua situação com o Al-Hilal, faz as malas e volta para o Brasil.

R$ 5 milhões por mês

O segundo caminho é a recusa do treinador português por qualquer outra questão, como o salário. A CBF estaria disponível a pagar até R$ 5 milhões por mês para sua comissão até a Copa do Mundo de 2026. Portanto, por um ano.

Filipe Luís não vai deixar o Flamengo para assumir a seleção brasileira: ele tem apenas cinco meses de trabalho / Flamengo

O terceiro viés, e talvez o mais possível, é fechar com Jorge Jesus agora para que ele assuma a seleção brasileira somente em julho, depois da próxima data-Fifa, marcada para junho, contra Equador e Paraguai. Esse seria o melhor cenário para o treinador e para o Al-Hilal, mas não para a CBF nem para a seleção. Mas pode ser o único. A CBF colocaria um interino qualquer até lá e depois entregaria o time para Jesus.

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Não há informação de que o Al-Hilal queira encerrar seu vínculo com o treinador português antes do término, no meio do ano. Existia, inclusive, a possibilidade de renovação por mais uma temporada. Curiosamente, Ancelotti e Jorge Jesus vão se enfrentar na fase de grupos do Mundial de Clubes.

O interesse da CBF está, neste momento, levando alguns problemas para Jesus dentro do Al-Hilal. Ele prefere não comentar nada sobre o assunto.

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