Acabou a brincadeira para o Cruzeiro. Depois de uma investida alta na contratação de um novo treinador, Leonardo Jardim, e de jogadores como Dudu e Gabigol, o time de Minas busca se recolocar entre os melhores do Brasil e da América do Sul. A maioria dos reforços vieram sem custo de direitos contratuais, mas com salários acima de R$ 1 milhão por mês, o que levou a folha de pagamento para R$ 21 milhões.

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O time é bom, mas ainda não mostrou na temporada. O Cruzeiro ficou fora, por exemplo, das finais do Campeonato Mineiro. O torcedor espera ver mais em campo. Confia no talento de Dudu e nos gols de Gabigol.

Gabigol é a maior aposta do Cruzeiro na temporada: atacante tem um dos mais altos salários do futebol brasileiro / Cruzeiro

Nesta terça, o time começa sua caminhada na Copa Sul-Americana diante do argentino Unión Santa Fe. Na temporada passada, a conquista bateu na trave, com a derrota na decisão para o Racing. Neste ano, algoz está na Libertadores e é apontado como um dos times capazes de quebrar a hegemonia dos clubes brasileiros na competição. Afinal, as últimas seis edições da Libertadores foram vendidas por equipes do Brasil: Botafogo, Fluminense, Flamengo (duas vezes) e Palmeiras (duas vezes também).

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O Cruzeiro precisou de um tempo para assimilar o trabalho do treinador Leonardo Jardim. O português também pediu um prazo para conhecer e montar seu time. Esse prazo já ficou para trás. Os cruzeirenses viram o rival Atlético-MG ganhar o Estadual e querem dar o troco em torneios mais fortes e difíceis também.

Jardim sabe que é cobrado para aliar resultados e bom futebol. Espera-se que o time mostre as duas coisas nesta temporada. No fim de semana, na estreia do Brasileirão, a vitória veio diante do Mirassol, mas faltou futebol. Dudu e Gabigol marcaram os gols. O resultado animou a equipe para o jogo da Sul-Americana.

Racismo

O Cruzeiro e todos os clubes brasileiros na Libertadores e Sul-Americana terão de enfrentar um adversário a mais nas partidas: o racismo. O Santa Fe colocou no ar, nas redes sociais, uma campanha contra o racismo um dia antes de receber o time de Minas. Mas, infelizmente, torcedores entraram nos posts com ironia e preconceito. Os clubes sul-americanos temem que a Conmebol aplique multas e penas mais duras contra atos desse tipo dentro dos estádios.

Luighi, do Palmeiras, sofreu racismo em jogo no Paraguai e fez com que a Conmebol repensasse suas atitudes / Reprodução

Há uma campanha na Confederação Sul-Americana de Futebol para combater o racismo na Libertadores e Sul-Americana, com a participação de representantes de todos os dez países do continente. Ronaldo Fenômeno faz parte do grupo que coordena esse movimento inédito. A Conmebol foi duramente criticada após sua passividade com os atos racistas contra o garoto Luighi, atacante do Palmeiras, no Paraguai.

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