usência de Neymar na seleção abriu um cenário mais seguro para a sua volta. O Brasil precisa dele. É uma conclusão minha, vendo os jogos do time de Dorival Júnior nas Eliminatórias e amistosos, mas certamente com adeptos da torcida brasileira.
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Ele fez cinco partidas pelo Santos e mudou a condição da equipe no Paulistão, mesmo com o técnico português Jorge Jesus ter dito que ele não tinha mais condições de correr como os sauditas do Al-Hilal.

Neymar não mudou. Não tanto. Quem mudou foi a seleção brasileira. Para pior. O time não engrena. A torcida trata a equipe com indiferença. E alguns craques não emplacam como se espera, como Vini Jr, eleito The Best da Fifa. Se não bastasse, os resultados deixam a desejar e ninguém sabe mais o que esperar da seleção nas Copas.
Pré-lista de 52 de Dorival
O atacante vai ter seu nome confirmado após a divulgação da lista dos 52 pré-convocados para enfrentar a Colômbia, dia 20, em Brasília, e depois a Argentina, de Messi, em Buenos Aires. Neymar não perderia por nada esse encontro com o amigo campeão do mundo e com quem dividiu vestiário e sorrisos no Barcelona e PSG.
Como todos sabem, antes de voltar para o Santos, o atacante brasileiro ensaiou refazer no Inter Miami, dos Estados Unidos, o trio MSN, com Messi e Suárez.

Suas partidas pelo Santos, mesmo que ainda em marcha lenta e sem permanecer em campo durante os 90 minutos na maioria delas, fizeram o torcedor repensar seu lugar no time nacional. Não há um 10 na equipe de Dorival, tampouco um jogador como Neymar, de costas largas e diferente.
Amado e odiado
Os santistas estão encantados e os brasileiros renovaram suas esperanças. É claro que Neymar continua a dividir opiniões. E sempre será assim. Se tem os querem vê-lo novamente na seleção, como eu, que mudei de opinião, tem aqueles que não querem no time de Dorival. E tudo bem.
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A percepção é de que não é loucura convocá-lo nem um absurdo deixá-lo fora nesse momento. Então, sou da opinião que Dorival deve “errar” tentando.
É cedo para reavaliar cinco anos de Neymar em cinco jogos pelo Santos nesta temporada. Mas ouso dizer que ele está mais solidário em campo e menos fominha, menos estrela e mais consciente, menos individualista e mais comprometido com o time. Há alguma coisa diferente neste Neymar que voltou ao Brasil depois de derrapar no PSG e fracassar no Al-Hilal. Talvez a vida tenha lhe ensinado alguma coisa.