O presidente do Fluminense, Mário Bittencourt, tem preferência por Renato Gaúcho para assumir o comando do Fluminense no lugar de Mano Menezes. O último trabalho de Renato foi com o Grêmio na temporada passada. Mano foi demitido depois que o time perdeu para o Fortaleza por 2 a 0 na estreia dos rivais no Brasileirão, no fim de semana. Mano não tinha mais o vestiário do Fluminense por sua culpa. Suas decisões e jeito de tratar os jogadores o derrubou. Não foi a derrota na primeira rodada do Nacional.
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Mano discutiu com Thiago Silva e, antes disso, colocou Marcelo ‘para fora’ do clube. São dois atletas veteranos e líderes da equipe. Antes disso, quando estava no Corinthians, o mesmo treinador chamou Yuri Alberto de “burro”. O atacante não entrou em polêmica, mas buscou ajuda fora de campo para recuperar a confiança. Aos amigos, Yuri sempre se mostrou chateado com o Mano.

Para demitir o treinador na primeira rodada de uma competição de 38 rodadas e que só vai acabar no dia 21 de dezembro, a diretoria do Fluminense, também formada pelo diretor Paulo Angioni, já estava com Mano na conta, esperando uma oportunidade.
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Há dois outros treinadores no mercado, sendo que um deles tem laços fortes com o clube: é Fernando Diniz, que ganhou a Libertadores de 2023 nas Laranjeiras, mas há pouca chance hoje de ele voltar. É considerado passado e cumpridor de sua missão. O outro nome é Dorival Júnior, demitido da seleção brasileira na sexta-feira. Não se sabe se ele quer trabalhar imediatamente.
Renato é o mais caro dos três
Mas dos três nomes, Renato Gaúcho é o mais caro. O técnico ganhava R$ 1,2 milhão no Grêmio e pediu mais R$ 600 mil de aumento para permanecer. Vale explicar que os valores são diluídos em luvas durante a duração do acordo. De modo que o Flu procura um treinador para duas temporadas, no mínimo. O Vasco chegou a oferecer R$ 750 mil de salário para Renato. Ele achou pouco e não aceitou.