Abel reconheceu a eficiência do Corinthians no Allianz Parque, mas não jogou a toalha para a decisão do Paulistão. O time alvinegro ganhou o primeiro confronto da final por 1 a 0 e agora tem a vantagem do empate em sua casa, dia 27.
Seja um parceiro do The Football
Abel disse que o Palmeiras foi melhor e teve mais chances, mas não fez os gols criados nos dois tempos. Disse não se lembrar de defesas do goleiro Weverton para explicar a fragilidade ofensiva do adversário.

O treinador lamentou a derrota, mas não admitiu que a conquista do rival esteja consumada. Longe disso. Abel teve dificuldades, como todo palmeirense, para explicar o fracasso porque o seu time foi melhor. “Foi ataque contra defesa no segundo tempo”, disse, para ressaltar toda a trama do gol de Yuri Alberto e alguns erros dos seus jogadores.
O meu maior desafio foi atravessar o Atlântico e vir para o futebol brasileiro. Não temos nada a perder e temos de nos preparar bastante. Espero conseguir mais eficiência com os jogadores que a gente tiver. Precisamos muito do Veiga nesses jogos. Precisamos que ele apareça.
ABEL FERREIRA
Abel estava tranquilo em sua entrevista, de fala mansa e ponderada. Ele leva para a segunda partida a superioridade que viu em campo, apesar da derrota. Chegou a comentar que o Palmeiras ganharia quatro de cinco jogos da forma como foi a decisão na arena alviverde neste domingo.
SIGA THE FOOTBALL
Facebook
Instagram
Linkedin
Threads
Tik Tok
A única ressalva foi cobrar mais de um único jogador: Raphael Veiga. Abel esperava mais do seu principal articulador. Para o treinador português, Veiga esteve abaixo do que pode oferecer ao time e ao torcedor. O meia cuidou das bolas paradas, mas esteve sumido em campo. Richard Ríos foi mais ofensivo do que ele.
Duro é esperar até dia 27
A provocação de Abel terá de ser refeita, afinal, Raphael Veiga só vai conseguir se provar mais eficiente no dia 27, uma quinta-feira, quando a Federação Paulista marcou o duelo da volta. A finalíssima. O Palmeiras terá de encarar seu maior rival dentro da Neo Química Arena. Não será fácil. O estádio vai ter cerca de 50 mil pessoas. Se devolver a derrota por um gol de diferença, leva a decisão para os pênaltis. O empate é do Corinthians. Duro é esperar até lá.