Quem ficou esperando os pênaltis em Itaquera quebrou a cara. Com muito sofrimento, o Corinthians venceu nesta quarta-feira o Universidad Central, na Venezuela, por 3 a 2 e avançou para a terceira fase da Libertadores, antessala da etapa de grupos da competição.
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Havia muita coisa em jogo nesta partida na Neo Química Arena, a começar pelos fantasmas de eliminações passadas. Quem viu o primeiro jogo, em Caracas, semana passada, não tinha dúvidas de que o time de Memphis Depay iria golear na volta, dada a fragilidade e pouca técnica do adversário. O empate fora foi considerado um acidente de percurso.

Mas em Itaquera, o time da Venezuela mostrou que não veio para passear e conhecer a cidade de São Paulo e suas gostosuras culinárias. O empate por 2 a 2 até os 43 minutos do segundo tempo provou isso.
O desespero estava no ar em Itaquera e na fisionomia dos 44 mil torcedores. A nova igualdade levava a decisão para os pênaltis. O Corinthians perdeu um caminhão de gols e ficou irritado com isso. Parou de pensar. O Universidad Central teve lá suas chances também.
Não era noite de tragédia
Era então noite de tragédia? Não. Não era. Yuri Alberto tratou de mudar a história com seu segundo gol na partida. Ele fez o gol da classificação em uma noite em que os jogadores corintianos foram irreconhecíveis. O time jogou mal e engrossou em alguns momentos. Nem Memphis passou ileso a isso.
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Foi, de fato, um duelo perigoso. Assustador. Uma eliminação tirava o Corinthians da Libertadores e também não daria a ele a chance de disputar a Copa Sul-Americana porque esse direito só vale para os eliminados na terceira fase.
Havia, portanto, muita coisa em jogo. O próximo compromisso na pré-Libertadores será contra o Barcelona de Guayaquil, em jogos de ida e volta. Se passar, o Corinthians estará na fase de grupos da competição.